O jornal Metrópoles-DF publicou matéria neste domingo 12/10, com o título Os alunos invisíveis das escolas clandestinas  do DF.

Este assunto tem sido recorrente no Sinproep-DF desde a sua fundação. Logo no início gestão, em 2005, uma das primeiras ações da diretoria foi fazer uma campanha contra as escolas clandestinas no DF.

No entendimento do Sindicato, o problema das escolas irregulares gera prejuízos do ponto de vista pedagógico ao desenvolvimento inicial da criança no decorrer de toda a sua vida acadêmica. A Educação Infantil é a base de onde se inicia o conhecimento. Se esta base não tiver conteúdo, o aluno terá dificuldades no aprendizado em todos os ciclos.

Dentro desta visão, desde 2005 temos denunciado a todos os secretários de Educação que passaram pela Secretaria. De todos, até hoje, a justificativa é sempre a falta de estrutura para fiscalizar. Fizemos denúncias no Ministério Público, no Procon, Proeduc e Prodecon, com vista a eliminar esta anomalia. E o problema vem aumentando com o número cada vez maior das instituições irregulares, que chamamos de “escolas de fundo de quintal”.

A Coordenação de Supervisão, Normas e Informações do Sistema de Ensino – COSIE, órgão de fiscalização da Secretaria de Educação, por fim enviou uma relação das escolas irregulares, ainda incompleta, o que vai facilitar o Sindicato no trabalho de coibir o funcionamento dessas instituições.

O jornal Metrópoles-DF publicou matéria neste domingo 12/10, com o título Os alunos invisíveis das escolas clandestinas do DF. Por certo é uma grande colaboração no combate as escolas sem registro na Secretaria e servirá, também, de orientação aos pais que necessitam de escolas para seus filhos.

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Os alunos invisíveis das escolas clandestinas do DF